Foto Arquivo: Praça Ronan Magalhães em Tucumã

O objetivo do estudo da Federação é avaliar como são administrados os tributos pagos pela sociedade, já que as prefeituras são responsáveis por administrar um quarto da carga tributária brasileira, ou seja, mais de R$ 461 bilhões, um montante que supera o orçamento do setor público da Argentina e do Uruguai somados. O índice varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a situação fiscal do município.

Cada um deles é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, com resultados superiores a 0,8 ponto), B (Boa Gestão, entre 0,8 e 0,6 ponto), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,6 e 0,4 ponto) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto).

No Pará, só nove municípios apresentaram boa gestão fiscal, com destaque para Tucumã (0,7889), a melhor do estado. Belém (0,6010) ficou em 8º no ranking estadual. Entre as maiores cidades paraenses, Ananindeua (0,4451), Santarém (0,4676) e Marabá (0,3268) apresentam quadro de crise fiscal.(Tiago Araújo Com informações da Firjan)

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